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Navegar - aguarela - por Margaret Ellis |
O SEGURO E A POUPANÇA
Poema de JC Canoa, 1984 [17 anos]
à Professora e Orientadora Ana Maria Moniz Ribeiro
I
Barca, barquinha
foi construída toda ela
em madeira economizada.
Muito branquinha,
tem uma vela
de risca encarnada.
Gastando com moderação,
o barqueiro poupado
aumentou a sua embarcação,
substituiu o mastro debilitado.
Pois que ao poupar juntou
As sementes que depois semeou.
II
Barca, barcarola
fendendo ondas de tempo,
de velas enfunadas ao vento,
de bandeirola…
Ondeando em água tumultuosa e escura
Vai vagueando solta e não segura…
Navegando em águas profundas,
numa profunda imensidão;
arando as ondas vagabundas
entre rochosa extensão,
a barca corre o risco de naufragar…
vai, pois, o barqueiro ter que a segurar.
III
Barca barqueta
no seguro posta está,
abrigada dos perigos que há.
Não dos da Nau Catrineta,
mas dos imprevistos do futuro.
— O seu barqueiro vai pelo seguro.
Barqueiro tão poupado
é homem afortunado.
Sua barca estando no seguro
descobre acautelada o futuro.
Pois que o Seguro e a Poupança
são o ideal para uma vida em segurança.
IV
Barca, barquinha,
toda branquinha,
veleja ao vento
ondeando com alento.
Seu barqueiro feliz
a todos adeus diz!
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Menção honrosa no Concurso O Seguro e a Poupança,
integrado na comemoração do Dia Mundial da Poupança de 1984, organizado pela
Companhia de Seguros IMPÉRIO.
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